sexta-feira, 14 de maio de 2010

Tim Burton transforma clássico de Lewis Carroll em fenômeno cinema



O filme de Tim Burton, Alice no País das Maravilhas, estreou dia 23 de abril e foi maior bilheteria de abertura da Walt Disney no Brasil. Só nesta terceira semana, a obra arrecadou R$ 5,8 milhões e se manteve na liderança do ranking de bilheteria. Mundialmente o longa arrecadou US$ 959 milhões.
Alice já não é mais uma menina de nove anos que sonha com visitas ao País das Maravilhas. Agora, com 19 anos, se depara com um inesperado pedido de casamento diante da nobreza de Oxford. A personagem é uma mistura de inocência infantil com um pouco de curiosidade típica de quem começa a jornada rumo à vida adulta, sem se esquecer da pitada de vontade de revolucionar característica dos adolescentes.  
Tim Burton não perdeu tempo e fez com os contos e poemas escritos por Lewis Carroll, o mesmo que foi feito com A Fantástica Fábrica de Chocolate e A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça. Transformou Alice no País das Maravilhas em uma obra ainda mais sombria, uma nova versão que de cara revela quem é o diretor. É o mesmo visual, faltaram novidades.
O sucesso do filme já vem de muito antes da estréia. Desde o anuncio do projeto, os fãs acompanharam cada foto ou trailer liberado com intensa ansiedade. Com um único problema, no vídeo os personagens das fotos, tão cheios de vida, perdem um pouco da empolgação.




0 comentários:

Postar um comentário